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País apresenta menores taxas de ilegalidade de sistema se comparado a outros países do Bric
O valor monetário de software não-licenciado aumentou no Brasil, passando de US$ 1,64 bilhão para US$ 2,25 bilhões entre 2008 e 2009. O resultado revela prejuízo sofrido pela indústria de tecnologia.
A Business Software Alliance (BSA), que divulgou na terça-feira (11/05) o 7º Estudo Anual Global de Pirataria de Software, justifica o aumento da ilegalidade com o aumento da relevância do setor de TI no País e à valorização do real perante o dólar.
Contudo, o estudo mostra avanços no combate à informalidade no mercado nacional. O levantamento conduzido pela IDC indica redução de dois pontos percentuais no índice brasileiro no último ano. A taxa chegou a 56% de pirataria de software, em 2009.
Juntos, os países do Bric amargaram prejuízos consideráveis. Contudo, o Brasil apresenta menores percentuais de pirataria, na comparação com Índia (65%), Rússia (67%), e China (79%). Considerando apenas a América Latina, apenas na Colômbia a taxa de sistemas ilegais é melhor que a brasileira (55%).
"O valor comercial do software não-licenciado caiu 3% de 2008 para 2009, totalizando US$ 51,4 bilhões. Em termos reais, no entanto, o valor permaneceu constante excluindo-se as variações de taxas de câmbio. A cada US$ 100 de software legítimo vendido em 2009, outros US$ 75 foram pirateados", diz o comunicado das entidades.
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